A Arte de Incluir

23/11/2008

"Em vez de esperar em casa pelo seu público,
vai em busca do seu público onde ele estiver"

                                 

Foram com essas palavras ditas por Mário de Andrade, que surgiu o ônibus-biblioteca há 70 anos atrás. O meio de transporte que possui um acervo formado por livros de literatura infantil, juvenil e de adulto, publicações paradidáticas, quadrinhos, gibis e revistas foi criado a pedido de Mário de Andrade ao então Prefeito Fábio Prado com o objetivo de levar literatura à população.

 

No início, com uma caminhonete-biblioteca construída e doada pela Ford, o serviço passou a visitar periodicamente lugares como o Largo da Concórdia, Jardim da Luz e a Praça da República, proporcionando acesso para as pessoas que antes não tinham contato com livros. Mas, foi interrompido em 1942 devido à necessidade de racionamento de combustível na II Guerra Mundial. Uma perua Kombi adaptada surgiu em 1979, por meio de conveio com o Instituto Nacional do Livro, atendendo bairros com falta de acesso à cultura, dessa forma facilitando o convívio com a literatura por meio dos livros, incentivando o interesse pela leitura e apoiando a educação e o enriquecimento cultural.

 

Desde então, apesar de períodos de interrupção do serviço, os ônibus-biblioteca têm circulado por toda a cidade de São Paulo, e possui os mesmos procedimentos de empréstimo que qualquer Biblioteca Municipal.

A partir do início de novembro, o ônibus-biblioteca, agora na cor amarela e com uma foto do primeiro carro-biblioteca estampado no vidro traseiro, passa por 28 pontos diferentes na cidade, visando à prioridade dos lugares sem equipamentos públicos. Clique aqui para acessar o roteiro de paradas dos ônibus-biblioteca.

 

 

Fontes:

ÔNIBUS-BIBLIOTECA

HISTÓRICO DO ÔNIBUS-BIBLIOTECA

Escrito por Marina Marques às 10h42
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22/11/2008

 “Projeto Bloco a Bloco, o Brasil que Queremos”

 

Crianças que fazem parte do Programa Ação Família da Prefeitura de São Paulo aprenderão robótica. Nesta terça-feira (18/11), a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (Smads), o Banco do Brasil e o grupo Lego assinaram ao Termo de Cooperação Técnica, que visa a efetivação de ações conjuntas para o desenvolvimento regional sustentável, a promoção da autonomia das famílias atendidas pelo Programa Ação Família - Viver em Comunidade, e o desenvolvimento de competências na área tecnológica para crianças e adolescentes, por meio da inclusão social, da geração de trabalho e renda e do fortalecimento da educação escolar, em comunidades localizadas nos territórios de vulnerabilidade social existentes nos 96 distritos das 31 subprefeituras municipais.

 

As crianças e jovens atendidos pelo Programa Ação Família receberão kit de blocos de montar do "Projeto Bloco a Bloco, o Brasil que Queremos”, desenvolvidos pelo Grupo Lego, e aprenderão a utilizar a robótica. A parceria tem como objetivo impulsionar o desenvolvimento sustentável das populações em situação de exclusão e risco social, buscando fortalecer a família como unidade fundamental do tecido social, desenvolver os capitais humanos, sociais e produtivos.

 

A Estratégia do Desenvolvimento Regional Sustentável (DRS) está de acordo com os objetivos do Projeto desenvolvido pelo Grupo Lego e do Programa Ação Família - Viver em Comunidade, que atua nas 31 Subprefeituras, atendendo cerca de 60 mil famílias em 59 Unidades do Programa e 10 Escritórios de Inclusão Social.

Fonte: Crianças do programa Ação Família aprenderão a usar robótica


Escrito por Samara Fernandes às 23h49
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Comunidades carentes no mundo da moda

 

A marca de calçados Studio TMLS, lançou neste mês na sua loja em São Paulo sua parceria com a ONG Ephemeral Brazil que auxilia comunidades carentes do Rio de Janeiro e São Paulo.

 

A Ephemeral Brazil foi fundada por Cristina Eastwood, designer que ficou conhecida na sociedade por ter como uma de suas clientes a princesa Diana. A ONG é especializada no trabalho de inclusão social em comunidades carentes, fazendo com que pessoas que eram invisíveis pela sociedade passem a ser visíveis por meio dos seus trabalhos. O projeto tem como objetivo habilitar o talento das pessoas que moram em comunidades carentes, fazendo com que o trabalho delas, sejam expostos e prestigiados pelas demais pessoas.

 

Os produtos que são feitos por esses moradores é de material reciclado, onde os moradores que participam deste projeto reciclam os restos das tecelagens e fábricas locais, e a partir destes materiais são criados cintos, bolsas e assessórios que são comprados pela Ephemeral Brazil e revendidos em lojas que possuem parceria com o projeto.

 

O lucro adquirido com a venda desses produtos é utilizado em alguns programas de educação e empreendimento, para poder melhorar as condições de vida dessas pessoas e as incluírem cada vez mais na sociedade.

 

Fonte da notícia:   Studio TMLS é parceira da ONG Ephemeral Brazil .

 

Acessórios produzidos por comunidades carentes são vendidos em loja da marca 


Escrito por Maíra Finatte às 05h51
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21/11/2008

Esporte: a arte do lazer

 

 

Entre as várias formas de lazer, o esporte é visto como o mais saudável não só para o corpo como também para a mente. Ele cria, nos que o praticam com disciplina, autoconhecimento, promovendo também melhor capacidade de interagir com as outras pessoas, além de ser uma ótima opção de ser manter saudável.

 

Muitos são os benefícios da prática do esporte, e pensando nisso é que a organização Casa do Zezinho, que atende crianças e jovens de baixa renda ajudando-os a desenvolver capacidade profissional, criou o Projeto Movimento que usa a prática do esporte como educação social.

 

A capoeira, o basquete e a yoga estão entre as opções oferecidas pelo projeto. O trabalho de recreação conta com o voluntariado dos alunos de educação física da Universidade Paulista, acompanhados de seus professores.

 

A organização social Casa do Zezinho trabalha com o desenvolvimento humano, a cidadania e a ética. Ajudando as crianças carentes a superar os obstáculos da pobreza. Na ultima segunda feira, 17, a organização recebeu destaque devido ao lançamento do livro “Pedagogia do Cuidado”, escrito pela Tia Dag, a responsável pela organização. Nesse livro ela descreve suas experiências na Casa do Zezinho explicando o que a motiva e quais são as recompensas em trabalhar com a inclusão de crianças cheias de esperanças em superar as dificuldades impostas pelos obstáculos da pobreza.

 

Fonte: Casa do Zezinho 


Escrito por Andressa Souza às 18h15
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Vamos ao trabalho

 

A ONG Sorri Brasil está capacitando, em parceria com a Secretaria Municipal do Trabalho, 35 funcionários dos Centros de Apoio ao Trabalho (CATs) para operar em empresas que estão com deficiência para entrar no mercado de trabalho.

 

O que chama a atenção é que os empregadores são conduzidos e orientados para dar procedimento de recursos humanos e acessibilidade aos ambientes de trabalho, quando vão contratar algum Profissional com deficiência. Este tipo de orientação é dado por meio de vista de técnicos do Programa Inclusão Eficiente, agendando previamente pelo telefone 2193-5330 ou pelo e-mail cat@prefeitura.sp.gov.br.

 

Os necessitados pelo atendimento podem fazer o cadastro em qualquer uma das unidades do Centro de Apoio ao Trabalho ou por intermédio do site inclusão Eficiente.

 

Um dado levantado revelou que hoje há 381 vagas para pessoas com deficiência e 1.313 já conseguiram emprego através do Programa Inclusão Eficiente da Secretaria Municipal do Trabalho.

 

Fonte: A turma do bairro


Escrito por Felipe Fernando às 01h52
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20/11/2008

                                       Um caminho para a educação

 

Diadema inaugura no próximo dia 25, o primeiro Circo Escola do ABC. A abertura do espetáculo contará com a presença de artistas profissionais de várias companhias. A academia brasileira e circos famosos o circo Spacial e Stankovich são as principais atrações, sem contar também com a importante participação do grupo Tapias Voadores.

 

No dia da inauguração, ao lado da lona principal, estará montada uma tenda onde as crianças, participantes das oficinas circenses realizadas nos centros culturais e escolas municipais da cidade, receberão gratuitamente balões, maçã do amor, pipoca, algodão doce, nariz de palhaço e ainda poderão realizar pintura facial.

 

O Circo Escola de Diadema é fruto de uma parceria entre a Secretaria de Cultura com o Grupo Tapias Voadores. A companhia arcou com os custos dos equipamentos e a estrutura, como lona, luzes e som. Em contra partida a prefeitura cedeu o terreno e irá custear a contratação dos professores e monitores das oficinas.

 

As aulas de circo são atividades que ocorrem na região a sete anos, em quatro centros culturais. São cinco diferentes, na qual uma é voltada ao público jovem e adultos. As demais destinadas para crianças entre 7 e 12 anos. A vaga para as aulas circenses dobrará com a inauguração da escola, atualmente são atendidas cerca de 200 pessoas nos centros culturais. O Circo Escola terá a disponibilidade de atender mais 200 pessoas. O Circo Escola Diadema fica na avenida Afonso Monteiro da Cruz, 263, Praça Jardim União.

Fonte: Diadema terá o primeiro Circo Escola do ABC


Escrito por Mayara Guerrero às 15h05
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18/11/2008

É hora de rever os conceitos

 

Boa notícia! Deficientes auditivos e mudos já podem utilizar com tranqüilidade e conforto as mensagens SMS de celulares. Isso porque a Anatel exigiu das operadoras planos vantajosos para esse tipo de cliente. Por meio desses planos, os deficientes usam os torpedos com uma tarifa bem abaixo da cobrada de clientes comuns. Em compensação, pagam mais caro por ligações comuns.

A medida possibilita maior inclusão tecnológica de uma minoria muitas vezes desprezada em serviços como a telefonia celular. Além disso, dá ao deficiente mais opções de comunicação e interação com seus contatos. A única coisa ruim é que esse dado não foi bem divulgado na imprensa.

Aliás, as minorias são não raro marginalizadas na sociedade. O próprio termo "minorias" já é dito de forma preconceituosa por grande parte das pessoas. O pensamento comum é que indivíduos que participam de tais grupos não merecem muita atenção, e, pior ainda, não fazem parte do "universo das pessoas normais". Assim, tornam-se desprezados e mal ouvidos.

Que as idéias pré-concebidas habitam a personalidade humana é fato comprovado. Porém, precisamos seguir o exemplo da Anatel e caminhar rumo à inclusão de todos. Não é fácil vencer nossos "pré-conceitos", mas a primeira impressão pode ser anulada se conhecermos melhor as minorias, e compreendermos que nós também somos seres únicos, não podendo ser definidos simplesmente pelas "maiorias" em que nos encontramos.

E viva a inclusão tecnológica!

 

Fonte: Acessibilidade a Pessoas com Deficiência.


Escrito por Priscilla Nery às 22h57
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17/11/2008

Praticidade a um clique

                                                                                      

A Secretaria Especial da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida da Prefeitura de São Paulo (Seped) organizou um banco de dados especial. A partir de um levantamento realizado pela Coordenadoria Geral de Relações com a Sociedade Civil, a Seped organizou um sistema de pesquisa com os cadastros de mais de 300 ONGs (Organizações Não Governamentais) e Oscips (Organizações Sociais Civis de Interesse Público), entre outras instituições e associações, que atendem pessoas portadoras de diversos tipos de deficiências.

 

Por meio de uma consulta via Internet, é possível restringir a pesquisa em “região”, “ordem alfabética” e “tipo de deficiência atendida”. Há, ainda, como combinar todas essas opções. Também dá para solicitar, preenchendo um formulário, a inclusão de alguma ONG, por exemplo, que não esteja no banco de dados. A Seped ressalta que não se responsabiliza pelo atendimento das instituições, sendo seu objetivo meramente informativo e não de fiscalização.

 

Trata-se de uma iniciativa que trará muita praticidade aos portadores de deficiência, uma vez que só será preciso um computador conectado à Internet para fazer a consulta, e não mais correr atrás de jornais, revistas e listas telefônicas. Para acessar o banco de dados, clique no link: Banco de Dados do 3º Setor disponibilizado para consulta on-line 

Abraço!


Escrito por Thyago Roberto às 16h12
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16/11/2008

                         

                                                      Espaço infantil em SP

 

                               

  

Um dos grandes motivos para o envolvimento das crianças com drogas, violência e marginalização é a falta de lazer em São Paulo. O gratuito, é claro. Mas as coisas estão mudando, o shopping não é mais a única forma de lazer das famílias paulistas. Cada vez mais o Estado de São Paulo promove eventos nos quais as pessoas podem passar os finais de semana se divertindo.

 

A 2ª edição da Virada Esportiva teve início nesse sábado, 15, às 14 horas, na Arena da Juventude Radical, espaço de esportes radicais montado no Sambódromo do Anhembi. Mas a novidade desta edição foi a "Viradinha Esportiva", evento voltado para crianças de até 12 anos. O espaço para as crianças acontece no Parque das Bicicletas das 10h às 18h do sábado (15) e no domingo (16), das 9h às 14h.

 

Além dos esportes radicais, atrações educativas também aparecem no evento, como atividades de teatro com fantoches, mágicos, oficinas de circo e outras atividades lúdicas. As crianças também recebem dicas de segurança ao lidar com esportes e participam de gincanas educativas. E ainda participarão de palestras sobre o meio-ambiente, aprendendo sobre a reciclagem. A "Viradinha Esportiva", que busca educar e divertir as crianças e também os pais, fica no Parque das Bicicletas, Alameda Iraé, 35 – Moema (esquina da Avenida Indianópolis com a Avenida Ibirapuera).

 

Fontes: http://portal.prefeitura.sp.gov.br/noticias/sec/esportes/2008/10/0076

            http://www.viradaesportivasp.com.br/.


Escrito por Marina Marques às 20h09
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15/11/2008

Grafite: arte ou vandalismo inferido?

 

Ao passar pelas ruas da cidade de São Paulo, normalmente encontramos expostas nas casas, prédios e muros palavras ilegíveis ou, a principio, sem sentido. Isso é chamado de grafite, muitos acreditam ser um tipo de vandalismo autorizado, outros o chamam de arte urbana.  

O grafite, para aqueles que o apreciam, é conhecido por o seu modo inovador de expor a arte. O autor do grafite é aquele que expressa a sua arte em diversos espaços públicos e a sua linguagem é entendida por todos, e não somente pelo artista. Algumas pessoas, por não conhecerem essa arte, acham que o grafite é outra forma de pichação que observamos na cidade. A mesma é feita por adolescentes e jovens que muitas vezes fazem com que monumentos históricos e pinturas de paredes sejam alvos de vandalismo.  

A CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) tem como objetivo incentivar a arte urbana do grafite, com o intuito de que os pichadores se dediquem mais a arte do grafite e, conseqüentemente, deixem de destruir a própria cidade. Para isso a empresa disponibilizou em algumas linhas de trem, um espaço para que grafiteiros possam expor a sua arte no caminho de muitas pessoas.

Por meio deste projeto, a arte urbana ganha um espaço cada vez maior na sociedade e, com isso, os grafiteiros são notados e tem maior participação na sociedade.

Fonte da notícia: Grafites transformam Estação Lapa da CPTM em galeria de arte

Grafite situado próximo ao Mercado Municipal da Lapa 


Escrito por Maíra Finatte às 22h24
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                         No caminho da Inclusão                                        

  Joana Mocarzel, atriz mirim e portadora de Síndrome de Down. 

A inclusão cresce a cada ano e, com ela, o desafio de garantir uma educação de qualidade para todos.

Em números: 179% foi o crescimento de escolas inclusivas (subiu de 13 592 em 2000 para 38 019 em 2005). 41% dos alunos (um total de 262 243 crianças e jovens) com deficiência estão em classes inclusivas. 82,3% dos municípios do Brasil (4 582) oferecem Educação Especial na sua rede de ensino. 91% das matrículas de crianças com deficiência (66 900) em 2005 foram feitas em escolas regulares.

 

Em 2006, a atriz mirim Joana Mocarzel, portadora de Síndrome de Down, participou da novela Páginas da Vida (Rede Globo), e com seu trabalho na mídia incentivou pais e mostrou que é possível construir uma sociedade mais humana e inclusa. Seu pai é o jornalista e cineasta Evaldo Mocarzel, que fez o documentário Do Luto à Luta, sobre a Síndrome de Down.

 

Recentemente, a Revista Época publicou a matéria: Mamãe é Down, na qual a portadora de Síndrome de Down Maria Gabriela Andrade Demate, 28 anos, deu à luz a uma menina na qual deu o nome de Valentina. Isso mostra que os portadores de Down também podem constituir uma família.

 

Nas escolas inclusivas há quem chegue a pé, de bicicleta ou de cadeira de rodas: à porta da escola, um flagrante da diversidade. Na ponta dos dedos, as crianças cegas exploram o mundo da escrita: na aula para todos, não existem apenas lápis e caneta. Mãos ágeis, que vibram pelo ar: para quem tem deficiência auditiva, são elas que contam histórias. Para quem é cego e surdo, tocar é preciso: a natureza é amiga, pois oferece a matéria a ser explorada.

 

A inclusão é o privilégio de conviver com as diferenças.

 

Fontes: Revista Nova Escola, edição especial nº11, Outubro de 2006.

Caminhos da inclusão

 Mamãe é Down


Escrito por Samara Fernandes às 16h33
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14/11/2008

Na harmonia da Inclusão

 

 

Entre as várias formas de arte, a música é, talvez, a mais capaz de atingir de forma plena seus ouvintes. Até mesmo aqueles que não têm acesso e conhecimento das mais clássicas das artes conseguem entrar no universo musical.

 

Em julho de 2003 foi criado o Projeto Criança Musical da Polícia Militar do Estado de São Paulo. Esse programa promove a difusão da cultura popular, estimulando as crianças e os jovens a desenvolver aptidões psicomotoras e espírito de equipe.

 

A participação da Polícia Militar no programa promove sua integração com a comunidade. O projeto discute valores, mostrando a importância da participação do jovem na resolução de problemas sociais. Afastando o jovem carente dos perigos da violência e das drogas.

 

O projeto já atingiu mais de 300 mil crianças desde a sua criação. Além da música, o programa também oferece aulas de teatro e cultura. “É sempre uma festa! Ensinamos um pouco de história e cultura popular. Trago até vídeos para facilitar a aprendizagem e fazer com que eles também fiquem mais atentos”, diz a soldado Roberta, uma das colaboradoras do projeto.

 

Programas como este que promovem a inclusão por meio de diferentes formas de arte são mais do que admiráveis, pois não só ajudam na melhoria das condições de vida, no desenvolvimento cultural e essencial, mas também ajuda o crescimento pessoal de quem participa dele.

  

Fonte: PM usa música em projeto de inclusão social


Escrito por Andressa Souza às 10h35
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13/11/2008

                                                         Respeitável Público

 

Grande parte da nossa população não tem uma boa formação cultural. Dificilmente nos deparamos com brasileiros que são exemplos de quem domina, pelo menos, o conhecimento de algum idioma ou instrumento musical. Acho isso o básico para falarmos em cultura, o idioma porque nos ajuda a buscar novas experiências com outros povos, incorporando o que há de novo, especial e caracterizador desses, e a música porque ao poder tocar um instrumento qualquer, isso faz com que sejamos mais críticos e seletivos com nossos ouvidos. Afirmo que alguém que saiba tocar um instrumento musical não irá passar mais horas e horas ouvindo música no rádio.

 

Isso me fez lembrar de quantas vezes a gente se encontra atrelado a um filme, às programações da TV, ao rádio, por exemplo. Este não seria o momento em que poderíamos estar fazendo parte do show e não do público? Já que muitas vezes o elenco é ainda por cima estrangeiro. Quando vamos ocupar um papel naquele filme? Está na hora de levarmos as nossas crianças para praticarem teatro. Cultura é muito mais do que ver e ouvir, e sim fazer parte dela, entendê-la e praticá-la. Não significaria nada dizer que temos cultura porque ouvimos Villa-Lobos se não sabermos lidar com uma partitura. Nada disso teria fundamento. Também não adiantaria nada a TV mostrar e falar bem de cultura, se não houvesse uma troca, é preciso que se ensine além de tudo.

 

Não pense que apenas ir ao teatro, ir ao cinema, ouvir boa música, ou seja, fazer parte do púbico será apenas o suficiente para crescer culturalmente, mais importante ainda do que isso é ser parte do espetáculo, ocupar um lugar nessa cena.

 

Fonte: http://jornaldasartes.blogspot.com/2007/10/este-mundo-meu-muitas-atraes-no-ccsp-em.html.


Escrito por Felipe Fernando às 19h56
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                                                           A inclusão está a caminho?

 

                                                   

 

Um calendário idealizado pelo grupo Happy Down, feito no Brasil para 2009, traz crianças com Síndrome de Down e seus irmãos como protagonistas. O calendário é vendido a R$ 7,00, e terá a renda revertida para o Grupo de Apoio aos Pacientes com Síndrome de Down da Associação de Voluntários do Hospital Infantil Darcy Vargas (São Paulo). Uma das crianças que está no calendário, Laura, de dois anos, vive normalmente, pratica atividades como música, terapia ocupacional e natação. Cada evolução conquistada por Laura é motivo de comemoração para seus irmãos, Matheus e Luiza. Eles são trigêmeos, e Laura é a única que possui a doença.

Para as mães das crianças, o objetivo do projeto era mostrar que seus filhos são tão comuns e bonitos quanto os outros e que precisam de respeito e não de pena. Com certeza ações como essas são importantíssimas para que essas crianças não se sintam menosprezadas e que as outras vejam que não há diferenças entre si.

No entanto, o preconceito ainda existe, e vemos que esse muitas vezes nasce na infância. É no tipo de educação que os pais dão, a falta de informação sobre a doença. A população precisa mudar os conceitos de que pessoa saudável é aquela que não possui nenhum tipo de problema.

Essas crianças são, com certeza, muito especiais e são nelas que vemos felicidade, pureza, inteligência e muitas outras qualidades, por mais que haja dificuldades em sua vida, elas são muitas vezes mais felizes que nós que não possuímos nenhuma dificuldade física.

Há grandes exemplos de pessoas com Síndrome de Down que estão à frente de cargos importantíssimos. Apesar de estarmos no século XXI, à visão de uma grande maioria da população é uma visão “quadrada”.

Fonte: Calendário traz crianças com síndrome de Down e seus irmãos


Escrito por Mayara Guerrero às 13h44
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12/11/2008

                                                         Um novo presente

 

Há 16 anos no Brasil e há 11 em São Caetano do Sul, o Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (PROERD) tem orientado crianças e adolescentes no combate às drogas. De escola em escola, policiais da Polícia Civil, juntamente com a Diretoria da Educação da Prefeitura, trabalham no projeto mostrando com exemplos reais os danos físicos e morais causados pelas drogas.

Espera-se que os mais de 1.000 alunos de 9 a 12 anos das Escolas Municipais de Ensino Fundamental de São Caetano, que participaram da 23ª turma do PROERD neste 2° semestre de 2008, façam parte de uma geração livre de entorpecentes. Após as gerações “revoltadas” das décadas de 1970 e 1980, quando o número de viciados aumentou, e a recente década de 1990, em que cada vez mais novos os jovens se envolvem com entorpecentes, mesmo ainda jovens, essas crianças tomaram a importante decisão de dizer NÃO às drogas e à violência.

Nunca será clichê dizer que “as crianças são o nosso futuro, o futuro da nação”, mas mais do que isso, são o nosso presente. Com toda a inocência, elas apenas observam, ouvem e reproduzem o que vêem. O problema está em o que nós temos deixado que observem e qual exemplo está exposto diante delas. E se não há bons exemplos é por falta de cuidado com outras crianças. É perigoso. O mundo se tornou um lugar perigoso. Se não cuidamos do planeta, cuidemos ao menos dos seres humanos. Ao menos das nossas crianças. E se por acaso temos nós mesmos dado mal exemplo, que possamos aprender com elas (sim, sempre podemos aprender com elas) e dizer NÃO aos entorpecentes.

 

Fonte: Proerd: crianças de São Caetano dizem não às drogas


Escrito por Priscila Klein às 22h48
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